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Quando a reconstrução mamária pode ser indicada no câncer de mama?

Atenção: Este é um conteúdo patrocinado pela plataforma PinkMed e as informações contidas não substituem avaliação médica individual. O diagnóstico e...

Quando a reconstrução mamária pode ser indicada no câncer de mama?
Quando a reconstrução mamária pode ser indicada no câncer de mama? (Foto: Reprodução)

Atenção: Este é um conteúdo patrocinado pela plataforma PinkMed e as informações contidas não substituem avaliação médica individual. O diagnóstico e o tratamento do câncer de mama podem provocar mudanças que vão além da saúde física. Cirurgias, quimioterapia e radioterapia podem alterar o formato das mamas, deixar cicatrizes, modificar a sensibilidade e impactar a maneira como cada mulher se relaciona com o próprio corpo. Por isso, a reconstrução mamária pode ser considerada como uma das possibilidades dentro do processo de tratamento e recuperação. De acordo com o mastologista Adriano Oliveira (CRM/SC 20363 | RQE 18678), médico parceiro da plataforma PinkMed, que conecta especialistas a pacientes que buscam por esse tipo de procedimento, a indicação e a escolha da técnica precisam ser individualizadas. “Existem diferentes técnicas de reconstrução das mamas. Podemos utilizar próteses de silicone ou expansores, tecidos da própria paciente, que chamamos de retalhos, ou ainda associar técnicas de reconstrução mamária e cirurgia oncoplástica”, explica Adriano. Porém é importante reforçar que o procedimento não é uma etapa obrigatória para quem passou pelo câncer de mama. Algumas mulheres optam pela reconstrução, enquanto outras preferem recorrer a alternativas não cirúrgicas. A decisão depende de fatores médicos e também das preferências, expectativas e do momento vivido por cada paciente. Em que momento a paciente pode realizar a reconstrução mamária? A reconstrução pode acontecer de diferentes maneiras e em momentos distintos. Em alguns casos, ela é feita de forma imediata, durante a própria cirurgia para tratar o câncer. Em outros, pode ser realizada posteriormente, depois da conclusão de outras etapas do tratamento. A definição do momento depende do tipo e do estágio do tumor, da necessidade de radioterapia ou de outros tratamentos, das condições clínicas e da anatomia da paciente. O planejamento também deve levar em conta procedimentos anteriores e as expectativas individuais de cada mulher. “Essa escolha depende de vários fatores, como o tipo e o estágio do tumor, a necessidade de radioterapia ou outros tratamentos, o formato e o volume da mama e, principalmente, das características e expectativas de cada paciente”, afirma Adriano. Por isso, a reconstrução mamária deve ser discutida desde o início do tratamento, sempre em conjunto com a equipe responsável pelo acompanhamento oncológico. A integração entre mastologista, oncologista, cirurgião plástico e outros profissionais envolvidos ajuda a avaliar as possibilidades em cada caso. Quais são as possibilidades cirúrgicas? Entre as alternativas estão as próteses de silicone e os expansores, além de técnicas que utilizam tecidos da própria paciente. A escolha não segue um modelo único: diferentes recursos podem ser considerados conforme as características do corpo, o tratamento realizado e as condições clínicas. Em alguns casos, o planejamento também pode incluir etapas complementares, como reconstrução do mamilo, correção de assimetrias ou procedimentos na mama contralateral. Essas possibilidades devem ser avaliadas individualmente e podem envolver mais de uma etapa cirúrgica. “É importante que a paciente tenha acesso a informações claras sobre as possibilidades de reconstrução, seus benefícios, limitações e possíveis complicações para que possa participar ativamente da decisão sobre o seu tratamento”, destaca o mastologista Adriano. Reconstrução mamária e imagem corporal As mudanças provocadas pelo câncer de mama podem afetar a percepção que a mulher tem do próprio corpo. A mastectomia, por exemplo, pode alterar o contorno dos seios, enquanto outros tratamentos também podem provocar mudanças físicas que interferem na autoestima e na relação com a própria imagem. “É importante destacar que a reconstrução mamária não significa apenas recuperar a aparência da mama. Ela faz parte de um processo de recuperação física e emocional após o tratamento do câncer”, ressalta Adriano. Por isso, a conversa com a equipe médica precisa ocorrer de maneira transparente, permitindo compreender as possibilidades e também as limitações de cada alternativa. Para o mastologista, o objetivo é combinar segurança no tratamento oncológico com um planejamento individualizado. “Hoje nós temos diversas possibilidades técnicas e, felizmente, conseguimos oferecer reconstruções cada vez mais individualizadas. O objetivo é tratar o câncer com segurança e, ao mesmo tempo, buscar o melhor resultado possível para aquela paciente, respeitando sua anatomia, suas necessidades e suas expectativas”, destaca Adriano. A reconstrução mamária pode contribuir para a recuperação do contorno da mama em algumas pacientes, mas não determina a feminilidade, a beleza ou a superação da doença. Por isso, escolher não realizar a reconstrução também é uma decisão legítima. O cuidado com a imagem corporal deve respeitar o tempo, os sentimentos e as prioridades de cada mulher. Para algumas pacientes, recursos não cirúrgicos, como próteses externas, lingerie adaptada, tatuagem reparadora e acompanhamento psicológico, também podem fazer parte desse processo. A decisão deve ser individual A avaliação de cada paciente deve ser feita por médicos habilitados e com experiência na área oncológica, considerando todo o histórico de tratamento. É importante verificar se o profissional possui CRM ativo e Registro de Qualificação de Especialista (RQE). A mastologia é a especialidade médica dedicada ao estudo, diagnóstico e tratamento das doenças das mamas, tanto em mulheres quanto em homens. Sua atuação também inclui a reconstrução mamária, realizada por mastologistas com formação nas técnicas reconstrutivas. Mais do que escolher uma técnica, o processo envolve compreender as alternativas disponíveis e decidir, junto à equipe de saúde, o que faz sentido para cada mulher. A reconstrução pode fazer parte do processo, mas cada paciente tem o direito de definir seus próprios caminhos durante e após o tratamento do câncer de mama. Conheça a PinkMed A PinkMed é uma plataforma que conecta médicos especializados a pacientes que buscam por atendimento e procedimentos cirúrgicos. No site, é possível obter informações sobre os especialistas e agendar uma consulta com um(a) médico(a) parceiro(a) na sua região. Para saber mais sobre reconstrução mamária, além de consultar informações sobre profissionais e resultados publicados com finalidade educativa, acesse o site da PinkMed.